sexta-feira, 26 de agosto de 2016

9 Programas de Software Grátis para Gestão de Projetos

Habitualmente o software de gerenciamento de projeto é caro, e vem cheio de funcionalidades que a maioria dos gestores, principalmente aqueles que estão a iniciar-se e têm como responsabilidade gerir projetos de pequena e média dimensão, não usam, nem pensam vir a usar. 

Para quem não tem dinheiro para investir numa ferramenta proprietária (e cara) de suporte à gestão de projetos, deixamos aqui algumas sugestões de ferramentas que, apesar de gratuitas, apresentam um conjunto de funcionalidades que as tornam numa excelente alternativa aos produtos comerciais.



MS Project 4 AGILE: Configuração Ciclos de Trabalho (SPRINTS)


No primeiro artigo ensinámos como configurar o Microsoft Project, para que ele possa ser usado como uma ferramenta de planeamento e controlo de projetos que sejam geridos com SCRUM (ver aqui).

No presente artigo vamos explicar as alterações que devem ser feitas de forma a adaptar o MS Project ao método de trabalho por interações.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

MS Project Configuração para AGILE (SCRUM)


O Microsoft Project é a ferramenta de gestão mais utilizada pela generalidade dos gestores de projetos. Com a crescente utilização dos métodos Ágeis uma das dificuldades com que os gestores de projeto se debatem reside na necessidade de se habituarem a utilizar novas ferramentas, uma vez que se difundiu o mito de que o Microsoft Project não é compatível com os métodos ágeis de gestão de projetos.

De facto, os princípios do AGILE, nos quais se baseiam os métodos de gestão ágeis, aconselham, e propõem, outros tipos de ferramentas, mas a verdade é que, conforme diz o ditado português, não é o hábito que faz o monge, isto é, não é por usarmos as ferramentas propostas pelos métodos ágeis que estamos a fazer uma gestão ágil de projeto, como não é por usarmos o Microsoft Project que a nossa gestão de projeto é menos ágil.

Tendo isto presente iremos dar hoje á publicação de um conjunto de artigos que ensinam a configurar o Microsoft Project para que este possa ser usado num projeto que seja gerido segundo um dos vários métodos (neste caso o SCRUM) que seguem os princípios do AGILE. Se não está à vontade com os princípios e os métodos ágeis, sugerimos-lhe a leitura prévia dos artigos publicados no blog sobre este tema, pode pesquisar pela AGILE, ou consultar a página Gestão Ágil de Projetos.


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

PMBOK: Tipos Contratos Preço Fixo


Tipos de Contratos Preço Fixo
No âmbito dos processos de gestão de aquisições o PMBOK apresenta 3 modelos distintos de contratos: Contratos de Preço Fixo, Contratos de Preço Variável e Contratos de Tempo e Materiais. 

Cada um destes modelos engloba vários tipos de contratos distintos. O modelo de contrato a escolher deve ser o mais adequado à realidade da organização onde o projeto está a decorrer, ás características do projeto e do produto que se pretende criar, e ao setor de atividade em que o projeto se insere.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

O que é o Planeamento por Ondas Sucessivas (Rolling Wave)


O conceito de planeamento por ondas sucessivas (rolling wave planning) é referido um par de vezes no PMBOK e é uma técnica pouco usada pelos gestores de projeto tradicionais, habituados a uma fase de planeamento, extensa e exaustiva, antes de dar inicio à execução do plano, e que acham que o planeamento por ondas sucessivas (rolling wave planning) não é mais do que uma concessão do PMBOK aos métodos ágeis de gestão de projetos, e que essa técnica de planeamento não se aplica aos projetos que gerem.

O planeamento por ondas sucessivas é definido no PMBOK como sendo “uma técnica de planeamento iterativa segundo a qual o trabalho que tem de ser feito a curto prazo é planeado em detalhe, enquanto que o trabalho que ira ser realizado a médio ou longo prazo é planeado a um nível mais macro.“ De acordo com esta definição a técnica de planeamento por ondas sucessivas é uma técnica de elaboração progressiva, em que o plano do projeto pode ter vários níveis de detalhe, consoante a data de calendário em que as atividades irão ser executadas.

Para explicar em que consiste o planeamento por ondas sucessivas, e porque é que essa técnica faz sentido no contexto do processo do PMBOK de Definir as Atividades do Projeto, costumo fazer a analogia entre esta técnica e uma tarde de verão na praia. 

Surpreendidos? Continuem a ler que eu explico.




terça-feira, 19 de julho de 2016

Contrato de Preço Fixo Simples (Firm Fixed Price, FFP)


PMBOK Tipos de Contrato de Preço Fixo
Tipos de Contrato de Preço Fixo no PMBOK
No âmbito dos processos de gestão de aquisições o PMBOK apresenta 3 modelos distintos de contratos: Contratos de Preço Fixo, Contratos de Preço Variável e Contratos de Tempo e Materiais.

Cada um destes modelos engloba vários tipos de contratos distintos. O tipo de contrato a escolher deve ser o que mais se adequa à realidade da organização onde o projeto está a ser executado e ás características do produto, serviço ou resultado que se pretende criar.



domingo, 17 de julho de 2016

Ativos e Processos da Organização: Contratos


Porque a forma como os projetos são geridos depende em grande medida do contexto em que se inserem, o PMBOK refere em quase todos os processos que os Ativos e Processos da Organização são importantes entradas de processo.

Especificamente para os processos da área de conhecimento Gestão de Aquisições, os ativos organizacionais mais importantes são os modelos de contratos que podem ser assinados e eventuais clausulas especificas que sejam obrigatórias no contexto da organização. O modelo de contrato a escolher deve ser o mais adequado à realidade da organização onde o projeto está a decorrer, ás características do projeto e do produto que se pretende criar, e ao setor de mercado em que o projeto se insere.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

PMBOK v5: 12.1 – Planear a Gestão das Aquisições do Projeto

Planear Aquisições do Projeto

Planear a Gestão das Aquisições do Projeto consiste na elaboração do plano relativo a tudo o que se necessita de adquirir a terceiros relacionado com as atividades do projeto.
 
O Plano de Gestão das Aquisições do Projeto é o principal resultado deste processo e nele deve estar documentado a forma como são tomadas as decisões relacionadas com a aquisição de produtos ou serviços de terceiros para satisfazer as necessidades da execução do projeto, especificado o processo de seleção de fornecedores e o processo de solicitação ao mercado, análise de respostas, processo negocial e tipo de contratos a celebrar.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

PMBOK: Ferramentas e Técnicas – Sistemas de Informação para Gestão de Projetos (PMIS)


Os Sistemas de informação para a gestão de projetos integram uma categoria genérica de Fatores Ambientais da Organização que condicionam as opções de projeto e influenciam a forma como o gestor de projeto e a sua equipa devem planear e gerir cada projeto.

A forma como cada projeto é gerido é indissociável do contexto em que o mesmo se realiza. O momento no tempo, as pessoas, a cultura e os processos da organização e a sua envolvente externa, devem ser levados em consideração ao longo de todo o ciclo de vida do projeto. Quanto melhor o processo de gestão do projeto se adequar, e aproveitar, esse contexto organizacional maior será a probabilidade de que o projeto seja bem-sucedido.

sábado, 9 de julho de 2016

Gestão Social de Projetos - O que é?


Tive alguma dificuldade em escolher o titulo deste artigo. Em inglês é tudo muito mais fácil, Social Project Management (SPM) e pronto, já está. Em português é um pouco mais complicado. Não é, como se podia pensar, Gestão de Projetos Sociais, é mesmo Gestão Social de Projetos.

Gestão Social de Projetos é uma forma não-tradicional de organização de projetos e de execução da gestão de projeto. Na sua forma mais simples, é o resultado da aplicação do paradigma e dos mecanismos de rede social ao contexto do projeto, e surge como uma resposta ao aumento do numero de projetos que são executados por equipas virtuais, e que afetam pessoas que se encontram dispersas por muitas e variadas localizações.  Esta deslocalização crescente, dos recursos e dos interessados do projeto, fazem com que as estratégias de comunicação tradicionais, tanto no interior da equipa, como para o exterior, tenham de ser revistas de forma a responder a esta nova realidade.


domingo, 3 de julho de 2016

Redes Sociais Corporativas e Gerenciamento de Projetos

O que é que a gestão de projetos pode aprender com o Brexit?

Quando à cerca de 1 ano o partido conservador britânico ganhou, algo surpreendentemente, as eleições com maioria absoluta muitos disseram que um dos fatores determinantes para essa vitória foi a capacidade de transmitir a mensagem através dos canais informais de comunicação sendo o primeiro-ministro britânico um fiel adepto da Teoria Nudge (Teoria da Deslocação).

Desenvolvida no âmbito das ciências do comportamento e da ciência política, a Teoria Nudge estuda a forma como as pessoas pensam, se comportam e tomam decisões, com o objetivo de as ajudar a melhorar esses processos. A utilização dos conceitos subjacentes à Teoria Nudge permitem identificar e modificar determinados aspetos que influenciam negativamente as pessoas, ajudando a gerir a mudança.

terça-feira, 28 de junho de 2016

PMBOK v5: 13.3 Gerir o Envolvimento dos Interessados


As organizações selecionam e executam projetos essencialmente com dois tipos de motivação: 1) resolver problemas (por ex. ineficiências internas que originam excesso de custos), ou; 2) aproveitar oportunidades (por ex. criar um novo produto que se pensa ser do agrado, e que pode ser vendido, a um determinado segmento de clientes). 

Os interessados do projeto, indivíduos ou grupos, são múltiplos e podem ter interesses distintos e muitas das vezes conflituantes em relação à execução do projeto ou em relação aos seus resultados. Um fator importante para o sucesso de cada novo projeto está na capacidade, do gestor de projeto e da sua equipa, para fazer entender ás pessoas que vão ser afetadas (os interessados/stakeholders do projeto) qual a causa que está na origem do projeto, e qual a importância dessa causa para a organização e para os interesses particulares de cada grupo ou individuo, de forma a que estes aceitem contribuir para as atividades constantes do plano do projeto e/ou fazer um esforço para se adaptarem à nova realidade que o resultado do projeto impõe.