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Importância do Conhecimento para as Organizações

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O conhecimento é uma atividade humana cuja proliferação depende de circunstâncias contextuais e de fluxos estabelecidos de forma individualizada entre os diversos atores. Na medida em que se encontra em permanente mudança é difícil de capturar sendo ainda mais difícil transformar conhecimento implícito em conhecimento explícito.

As tecnologias de informação são um importante instrumento para a gestão do conhecimento. No entanto, as organizações devem ter presente que as funcionalidades dos sistemas a implementar diferem substancialmente consoante os objetivos sejam a codificação de conhecimento explícito, para o qual são necessários sistemas que automatizem a recolha de informação em bases de dados e mecanismos de pesquisa eficazes, ou a disseminação de conhecimento tácito, onde os sistemas mais adequados são os que permitem a personalização e a configuração dos processos de troca de informação com base num ambiente colaborativo.

Gerir o Tempo no PMBOK v5

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A gestão do tempo do projeto inclui os processos necessários para gerir o fim pontual do projeto. A área de conhecimento gestão do tempo  é composta por sete processos, seis dos quais integram  a o grupo de processos de planeamento do projeto (6.1 Planear a Gestão das Atividades, 6.2 Definir as Atividades, 6.3 Sequenciar as Atividades, 6.4 Estimar os Recursos das Atividades, 6.5 Estimar a Duração das Atividades, 6.6 Desenvolver o Cronograma) e uma faz parte do grupo de processos de controlo (6.7 Controlar o Cronograma).

Nas anteriores versões do PMBOK a área de conhecimento Gerir o Tempo do Projeto não tinha um processo autónomo de planeamento, mas na versão 5 da metodologia, a introdução do processo 6.1 Planear a Gestão das Atividades permitiu harmonizar a metodologia dando-lhe mais coerência, isto é cada uma das 10 áreas de conhecimento do PMBOK passou a ter um processo autónomo de planeamento o que permite ao gestor de projeto e à sua equipa disporem de processos que os ajudam a c…

Especializar é Preciso.

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À medida que aumenta a maturidade em gestão de projetos das organizações, e que estes assumem um papel de relevo como veículo de implementação da estratégia organizacional, a profissão de gestor de projeto tem vindo a assistir a uma tendência progressivamente mais acentuada para a especialização.

Gerir o Âmbito / Escopo no PMBOK

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Na gestão de projeto o conceito de "âmbito / escopo" tem uma dupla vertente. 1) Âmbito / Escopo do produto ou serviço que o projeto irá criar (as funcionalidades), o qual pode ser representada pela EFP - Estrutura hierárquica das Funcionalidades do Produto ou Serviço que o projeto se propõe criar, na terminologia inglesa PBS – Product Breakdown Struture; 2) Âmbito / Escopo do projeto (atividades necessárias para concretizar o projeto), o qual é habitualmente representada pela EAP - Estrutura Analítica do Projeto, igualmente conhecida na terminologia Inglesa por WBS – Work Breakdown Structure, e pelo respetivo dicionário da EAP.

O êxito do projeto depende em grande medida da capacidade para executar de forma correta cada um dos processos incluídos nesta área de conhecimento, começando desde logo pela completa e precisa identificação das necessidades do cliente (requisitos) e dos respetivos entregáveis do projeto.

Qualidade de Processo e Produto. Uma Visão Integrada

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Tanto o PMBOK como o CMMI preconizam que para assegurar a qualidade é necessária uma abordagem integrada da qualidade dos processos e da qualidade do produto. Para além disso, ao distinguirem Controlo de Qualidade (Área de processos de verificação) e Assegurar a Qualidade (Área de processos de suporte), permitem uma clarificação em relação aos objetivos e às práticas relacionadas com a qualidade;

Contudo ambas as metodologias são bastante genéricos nas questões relacionadas com a abordagem à qualidade do produto, limitando-se a enunciar conjuntos de práticas, sem especificar um modelo de qualidade concreto, aplicável às caraterísticas do produto;

Gerir a Integração no PMBOK

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A área de conhecimento Gestão da Integração do Projeto, engloba os processos de coordenação, a maioria dos quais são transversais ao ciclo de vida do projeto e essencialmente interativos, usados pelo gestor de projeto de forma recorrente ao longo de todo o ciclo de vida do projeto ou fase.

De acordo com o PMBOK esta área de conhecimento é composta por 6 processos que se distribuem de forma quase homogénea pelas 5 fases do ciclo de vida do projeto ou sub-projeto.

Processos de Fecho no PMBOK

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Só o correto fecho de projeto permite recolher as evidências de que o produto ou serviço criado pelo projeto foi concretizado e aceite pelo cliente. Apesar disso, o facto de ser uma fase essencialmente administrativa e que se realiza quando o gestor de projeto e a sua equipa já estão a pensar em eventuais novos projetos, explicam porque é o fecho de projeto uma fase tão negligenciada.


O Papel dos Sistemas de Informação nas Organizações

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Nos últimos vinte anos, os SI/TI transcenderam o habitual papel de atividade de suporte assumindo progressivamente um papel cada vez mais estratégico. O contínuo aumento de importância dos sistemas de informação obriga a integrar a gestão de SI/TI com o processo de gestão da estratégia de negócio[1] da organização.

Na literatura sobre sistemas de informação, a tecnologia de informação é reconhecida como uma capacidade da empresa que pode ser fonte de vantagem competitiva e de um superior desempenho.

6 Sigma - Processo de Melhoria (DMAIC)

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O 6-sigma utiliza um método de ciclo fechado, constituído por 5 etapas, para obter melhorias nos processos existentes. Neste artigo iremos apresentar o ciclo DMAIC e as diversas atividades que constituem cada uma das fases do processo de melhoria.
O ciclo DMAIC é um aprofundamento do ciclo de melhoria de qualidade de Deming (Planear – Fazer – Verificar - Ajustar). As cinco fases do processo de melhoria do 6-Sigma, habitualmente conhecido por processo DMAIC, são: Definir - Medir - Analisar – Implementar Melhorias - Controlar.